segunda-feira, 12 de setembro de 2016

FIÓDOR DOSTOÉSVSKY

“ A literatura é uma coisa magnífica, Várenka, uma coisa extraordinária; graças a essa gente, desde o primeiro dia deu para perceber. É algo profundo! 
Serve para fortalecer o coração das pessoas, para instruí- las… 
e para muitas coisas mais que eles escreveram um livro. (…) 

A literatura é um quadro, ou seja, a seu modo é um quadro e um espelho; 
é expressão de paixões, 
crítica sutil, instrução edificante e documento. 
Tudo isso aprendi com essa gente." 

( “Pobre Gente”, p. 93)


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

GEORGE STEINER


“Estou enojado com a educação escolar de hoje, que é uma fábrica de incultos e que não respeita a memória.
E que não faz nada para que as crianças aprendam as coisas com a memorização.
O poema que vive em nós, vive conosco, muda conosco e tem a ver com uma função muito mais profunda do que a do cérebro. Representa a sensibilidade, a personalidade. (...)

Vivemos uma grande época de poesia, especialmente entre os jovens. E escute uma coisa: muito lentamente, os meios eletrônicos estão começando a retroceder. O livro tradicional retorna, as pessoas o preferem ao kindle... Preferem pegar um bom livro de poesia em papel, tocá-lo, cheirá-lo, lê-lo. Mas há algo que me preocupa: os jovens já não têm tempo... De ter tempo. Nunca a aceleração quase mecânica das rotinas vitais tem sido tão forte como hoje. E é preciso ter tempo para buscar tempo. E outra coisa: não há que ter medo do silêncio. O medo das crianças ao silêncio me dá medo. Apenas o silêncio nos ensina a encontrar o essencial em nós.”

quarta-feira, 18 de março de 2015

terça-feira, 18 de novembro de 2014

KHALED HOSSEINI

"Eu vejo o processo criativo como um empreendimento necessariamente desonesto. Aprofunde-se num lindo texto escrito, monsieur Boustouler, e vai encontrar todos os tipos de desonra. 
Criar significa vandalizar a vida de outras pessoas, transformando-as em participantes involuntários e inconscientes. Nós roubamos desejos alheios, seus sonhos, embolsamos seus defeitos. Pegamos o que não nos pertence. E fazemos isso conscientemente.”


Personagem Nila Wahdati, em O Silêncio das Montanhas.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

TEMPO DE LER...


JOAO PAULO CUENCA



“Sobre seu processo criativo, o escritor disse que é bastante doloroso, alheio ao mundo num estado lunático, porque se considera um grande observador do cotidiano. "Escrever é a coisa mais solitária que existe pra mim, quantos escritores se perderam em meio as escritas". Mesmo vivendo na solidão, Cuenca não abre mão da arte e da escrita. "A arte é maravilhosamente inútil". “

AS ULTIMAS PALAVRAS...

Jane Austen

“Só quero morrer.”

Autora de “Razão e Sensibilidade”  e  “Emma”

ANTONIO SKÁRMETA


“Prefiro a literatura a qualquer outra coisa. 
Escrever é um ato que só depende de você mesmo para triunfar ou fracassar. 
E a leitura é um milagre no qual se encontram a intimidade e a fantasia de um escritor com as de um leitor ou leitora: sem intermediação de nenhum tipo, sem refletores, sem maquiagem, sem edição, sem música incidental, sem pipoca. 

Ambos revelando-se um ao outro.”

ANTONIO PRATA


“A auto-publicação já é algo antigo.
Vários grandes autores começaram publicando suas obras por conta, tanto é que mais tarde estes escritores fundaram a Editora do Autor – trocadilho referência aos livros “edição do autor”.


É um caminho maravilhoso a auto-publicação, porque assim você pode mostrar ao mundo seu livro. Apesar dos ebooks serem algo novo no mercado, sem dúvida o formato digital facilita muito para quem ingressa na carreira de escritor.”

JORGE LUIS BORGES